All Coptic Links - Coptic Directory - Orthodox Church Directory The Agbeya - The Coptic Book of Prayers (English Agbiya + Arabic Agpeya) English Bible + Holy Bible in other languages - Arabic, French, Ethiopian Amharic Holy Bible, ArabicBible, Enjeel Saint Takla dot org - Main page - English Photo and Image Gallery: Jesus - Mary - Saints - St. Takla - Church - Priests - Bible - Activities - pictures and Icons.. Download and listen to Hymns - Carols - Midnight Praise (Tasbeha) - Midis - Videos - Liturgies - Masses - Sermons - Online Streaming St-Takla.org   Coptic Church Website Logo of Saint Takla Haymanot the Ethiopian Website - Alexandria - Egypt - موقع الأنبا تكلا هيمانوت FAQ - Frequently Asked Questions and Answers - Coptic and Christan Q&A - Faith, Creed, Site, Youth, Family, Holy Bible Contact Us - Address - Map - Online Support Send a free Christian and Coptic Greeting Cards to your friends موقع الكنيسة القبطية باللغة العربية - الموقع العربي StTaklaorg Site News and Updates Downloads.. Winamp Skins - Coptic fonts - Agbeya - Software - Freeware - Icons - Gallery - Mp3s Feedback - Submit URL - ideas - Suggestions.. Kids' Corner - Coloring - Songs - Games - Stories Free Coptic Books - Christian Arabic Books, Orthodox English Books  

Portuguese Bible - BÍBLIA ON-LINE - Antigo Testamento

Lamentações

 

[Lamentações 1]PRIMEIRA LAMENTAÇÃO: HAVERÁ DOR SEMELHANTE À MINHA DOR?

Lamentações 1

1. Ai! Como está solitária a capital do povo! A primeira entre as nações está como viúva. Quem era líder entre os povos, agora paga tributo.
2. Banhada em lágrimas a face, passa a noite chorando. De todos os seus amantes, não há nenhum que a console. Todos os seus aliados a traíram, tornando-se para ela inimigos.
3. Judá foi para o exílio, humilhada e em dura escravidão; foi morar entre as nações, onde não encontra mais repouso. Seus perseguidores a alcançaram em lugares sem saída.
4. Estão de luto os caminhos de Sião: ninguém vem para as festas. Todas as suas portas estão desertas e seus sacerdotes choram; as suas virgens estão aflitas e ela na amargura.
5. Seus opressores a venceram, seus inimigos estão felizes, porque Javé a castigou, por suas numerosas revoltas. Até suas crianças são levadas como escravas à frente do opressor.
6. A cidade de Sião perdeu toda a sua beleza! Seus chefes parecem animais que não acham pastagem; caminhavam sem forças, empurrados pelas costas.
7. Jerusalém recorda os dias de miséria e aflição, quando seu povo caía em mãos do inimigo e ninguém o socorria. Ao vê-la, seus inimigos riam de sua queda.
8. Jerusalém pecou gravemente e tornou-se impura. Os que antes a honravam, a desprezam vendo-lhe a nudez. Até ela, gemendo, vira-se de costas.
9. Leva suas impurezas na veste, sem pensar no futuro. Caiu de modo espantoso e não há quem a console. "Javé, olha o meu sofrimento e o triunfo do meu inimigo!"
10. O inimigo estendeu as mãos para agarrar todos os seus tesouros. Jerusalém viu pagãos invadindo o Templo sagrado, apesar de lhes teres proibido entrar na tua assembléia.
11. Gemendo, o povo labuta em busca de pão; trocam suas jóias por comida que os possa reanimar. "Olha, Javé, e presta atenção: como estou rebaixada!
12. Vocês todos que passam pelo caminho, olhem e prestem atenção: haverá dor semelhante à minha dor? Como me maltrataram! Javé me castigou no dia do furor de sua ira.
13. Do céu ele jogou um fogo que entrou até os meus ossos. Armou um laço para agarrar-me pelo pé e puxou-me para trás. De mim ele fez uma cidade desolada, deprimida para sempre.
14. Javé fez um fardo com minhas culpas e com sua mão o amarrou; colocou-o nos meus ombros, abatendo a minha força. Javé entregou-me nas mãos deles, e eu não consigo me levantar.
15. Javé dispersou todos os meus valentes que estavam comigo. Convocou contra mim grande multidão, para matar meus soldados. Como num tanque, Javé esmagou a donzela, a capital de Judá.
16. Por isso, choro e meus olhos se derretem, pois não tenho perto alguém que me console, alguém que me reanime. Os meus filhos estão desolados, porque o inimigo venceu!"
17. Sião estende as mãos, e ninguém a consola. Javé ordenou que os vizinhos atacassem Jacó; Jerusalém ficou no meio deles como coisa imunda.
18. "No entanto, Javé é justo, porque me revoltei contra a sua palavra. Prestem atenção, povos todos, vejam a minha dor: minhas jovens e meus jovens foram levados como escravos.
19. Chamei meus amantes, e eles me traíram. Meus sacerdotes e anciãos morreram na cidade, enquanto procuravam comida para reanimar as forças.
20. Vê, Javé, como estou angustiada: minhas entranhas fervem; meu coração se transtorna dentro de mim, porque me revoltei. Lá fora, a espada tira-me os filhos, e aqui dentro, a morte.
21. Escutem como estou gemendo, e não há quem me console. Os inimigos comemoram minha derrota, que tu mesmo causaste! Traz, então, aquele dia que prometeste, em que eles passarão o que eu passei.
22. Chegue à tua presença a maldade deles: trata-os como trataste, a mim por causa das minhas revoltas, pois meus gemidos se multiplicam e meu coração desfalece".

[Lamentações 2]
Lamentações 2
SEGUNDA LAMENTAÇÃO: JAVÉ ARRASOU SEM PIEDADE
1. Em sua ira, Javé escureceu a cidade de Sião. Do céu atirou no chão o esplendor de Israel! No dia da sua ira, esqueceu-se do apoio de seus pés.
2. O Senhor arrasou sem piedade todas as moradas de Jacó; em seu furor, destruiu as fortalezas da capital de Judá; lançou por terra, desonrados, o reino e os chefes.
3. No ardor da sua ira, cortou o poder de Israel; cruzou os braços, quando o inimigo atacava; acendeu Jacó como tocha, tudo queimando em volta.
4. Como inimigo, disparou suas flechas, puxando com a direita; como invasor, destruiu a flor da juventude; nas tendas de Sião, atiçou o fogo da sua ira.
5. O Senhor era como inimigo, ao destruir Israel. Demoliu todos os seus palácios e derrubou suas fortalezas; na capital de Judá multiplicou o choro e o gemido.
6. Como ladrão, invadiu-lhe a morada, arrasou o lugar da assembléia; Javé fez cair no esquecimento sábados e festas em Sião; indignado e furioso, rejeitou rei e sacerdote.
7. O Senhor rejeitou seu próprio altar, desprezou seu santuário; pôs na mão do inimigo as muralhas dos seus palácios; no Templo de Javé, eles soltaram a voz, como em dia de festa.
8. Javé decidiu arrasar as muralhas de Sião: esticou o fio de prumo e não retirou sua mão destruidora. A muralha e a torre estão de luto: juntas, desmoronaram.
9. Derrubou por terra as portas, quebrou as fechaduras; seu rei e chefes estavam entre os pagãos: não havia Lei, e os profetas já não recebiam visão de Javé.
10. Os anciãos da cidade de Sião se sentam no chão em silêncio, jogam poeira na cabeça, vestidos de luto; as jovens de Jerusalém baixam a cabeça até o chão.
11. Em lágrimas meus olhos se derretem, minhas entranhas fervem; minha bílis se derrama pelo chão, por causa da ruína da capital do meu povo, enquanto crianças e bebês desfalecem pelas ruas da cidade.
12. Perguntavam a suas mães: "Onde tem pão e vinho?" E desmaiavam, como feridos, pelas ruas da cidade, ou davam o último suspiro, no colo de suas mães.
13. Quem pode se igualar ou comparar a você, cidade de Jerusalém? A quem compararei você para a consolar, jovem capital de Sião? A sua derrota é tão grande quanto o mar: quem vai curá-la?
14. Seus profetas lhe falaram de visões falsas, mentirosas; para lhe mudar o destino, eles nunca mostraram os pecados que você cometeu. Só lhe revelaram visões falsas, sedutoras.
15. Passando pelo caminho, qualquer um a insulta, batendo palmas, assobiam e balançam a cabeça, vaiando Jerusalém: "É essa a tal cidade formosa, alegria de toda a terra?"
16. Todos os seus inimigos caçoam de você às gargalhadas; assobiam, rangem os dentes, e vão dizendo: "Acabamos com ela! Esse é o dia que a gente esperava; conseguimos e já vimos".
17. Javé realizou o seu projeto, cumpriu a sua palavra, que dissera há muito tempo: destruiu sem compaixão, exaltou o adversário, dando ao inimigo o gozo da vitória.
18. Grite de coração ao Senhor, ó muralha da capital de Sião; derrame rios de lágrimas, dia e noite; você não deve parar de chorar, nem descansar seus olhos.
19. Levante-se e grite na noite, quando começam as trocas da guarda, derrame como água o seu coração diante do Senhor; pela vida de seus filhos, levante para ele as mãos. Eles estão desmaiando de fome pelas esquinas da cidade.
20. "Vê, Javé, e considera: a quem já trataste assim? Quando as mulheres comeram seus próprios filhos, os bebês que levam ao colo? Quando assassinaram sacerdotes e profetas no Templo do Senhor?
21. Velhos e jovens estão prostrados no chão das ruas; meus jovens e minhas jovens caíram ao fio da espada. No dia da tua ira, tu mataste, assassinaste sem dó!
22. Convocaste, como para uma festa, terrores que me cercam. Não houve quem fugisse ou escapasse, no dia da ira de Javé. Todos aqueles que eu pajeei e criei, o inimigo matou!"

[Lamentações 3]
Lamentações 3
TERCEIRA LAMENTAÇÃO: JAVÉ É MINHA HERANÇA
1. Eu sou alguém que provou a miséria, sob a vara da sua ira.
2. Ele me conduziu e me fez andar nas trevas e não na luz.
3. Ele volve e revolve contra mim a sua mão, o dia todo.
4. Consumiu minha carne e minha pele, e quebrou os meus ossos.
5. À minha volta, armou um cerco de veneno e amargura,
6. me fez morar nas trevas como os que morreram há muito tempo.
7. Cercou-me qual muro sem saída, e acorrentado, me prendeu.
8. Clamar ou gritar de nada vale, ele está surdo à minha súplica.
9. Com pedra cercou a minha estrada, distorceu o meu caminho.
10. Ele foi para mim como urso de tocaia, um leão de emboscada.
11. Desviou-me do caminho, me despedaçou e deixou inerte.
12. Disparou seu arco, fez de mim o alvo de suas flechas.
13. Em meus rins ele cravou suas flechas, tiradas de sua aljava.
14. Eu me tornei uma piada para todos os povos, a gozação de todo o dia.
15. Encheu meu estômago de amargura, embriagou-me de fel.
16. Fez-me dar com os dentes numa pedra, estendeu-me na poeira.
17. Fugiu a paz do meu espírito, a felicidade acabou.
18. Eu digo: "Acabaram minhas forças e minha esperança em Javé".
19. Lembra-te de minha miséria e sofrimento, o fel que me envenena.
20. Guardo triste essa lembrança e me sinto abatido.
21. Mas existe alguma coisa que eu lembro e me dá esperança:
22. o amor de Javé não acaba jamais e sua compaixão não tem fim.
23. Pelo contrário, renovam-se a cada manhã: "Como é grande a tua fidelidade!"
24. Digo a mim mesmo: "Javé é minha herança", por isso nele espero.
25. Javé é bom para os que nele esperam e o procuram.
26. É bom esperar em silêncio a salvação de Javé.
27. É bom para o homem suportar o jugo desde a juventude.
28. Que esteja sozinho e calado, quando cai sobre ele a desgraça;
29. que ponha sua boca no pó: talvez haja esperança;
30. que entregue a face a quem o fere até fartar-se de insultos,
31. porque o Senhor não rejeita para sempre.
32. Embora ele castigue, se compadecerá com grande amor,
33. porque é contra o seu desejo humilhar e castigar os homens,
34. esmagar sob os pés os prisioneiros todos da terra,
35. negar o direito do homem diante do Altíssimo,
36. lesar um homem no processo: o Senhor não aprova essas coisas.
37. Quem mandou que acontecesse, se não foi o Senhor que ordenou?
38. Não é da boca do Altíssimo que vêm o mal e o bem?
39. Por que se queixa um ser vivo, um homem, pelo castigo do seu pecado?
40. Observemos e olhemos nosso caminho e voltemos para Javé.
41. Levantemos, com nossas mãos, o coração para o Deus do céu.
42. Nós pecamos, fomos rebeldes, e tu não nos perdoaste.
43. Envolto em ira, tu nos perseguiste e mataste sem piedade.
44. Tu te cercaste de uma nuvem para que nossas súplicas não te alcancem.
45. Fizeste de nós o desprezo e o lixo das nações.
46. Todos os nossos inimigos riem de nós.
47. Assaltam-nos terrores e espantos, desgraças e fracassos.
48. Derramo rios de lágrimas pela destruição da capital do meu povo.
49. Meus olhos se diluem sem trégua nem descanso,
50. até que Javé apareça e me veja lá do céu.
51. Meus olhos estão doendo por causa das jovens da minha cidade.
52. Caçaram-me como pássaro os que me odeiam sem motivo.
53. Jogaram-me vivo na fossa e puseram uma pedra em cima.
54. Subiu água até meu pescoço, e eu pensei: "Estou perdido!"
55. Do fundo da fossa invoquei teu nome, ó Javé.
56. Ouve a minha voz, não feches o ouvido ao meu apelo.
57. Tu vieste na hora em que eu chamei, e respondeste: "Não tenha medo".
58. Tu te encarregaste de defender a minha causa e resgatar a minha vida.
59. Tu viste, Javé, que sofro injustiça: julga a minha causa.
60. Viste a vingança que tramam contra mim;
61. ouviste, Javé, os insultos, o que tramam contra mim,
62. o que dizem e tramam contra mim continuamente.
63. Vigia todos os movimentos deles: eu sou objeto de suas piadas.
64. Tu lhes pagarás, Javé, como suas obras merecem.
65. Dá-lhes um coração endurecido e sobre eles caia a tua maldição.
66. Persegue-os com ira e arrasa-os debaixo do céu.

[Lamentações 4]
Lamentações 4
QUARTA LAMENTAÇÃO: ESTÁ CUMPRIDA A PENA
1. Ai! Como o ouro puro perdeu o brilho! Esparramaram-se as pedras sagradas pelas esquinas das ruas.
2. Os nobres filhos de Sião, que valiam seu peso em ouro, São agora tratados como potes de barro, trabalho de oleiro.
3. Até os lobos dão o peito para amamentar os filhotes; só esta cidade é mãe desalmada, como avestruz do deserto.
4. De sede, a língua dos bebês gruda no céu da boca; as crianças pedem pão, e ninguém lhes dá.
5. Os que comiam coisas finas estão caindo de fome pelas ruas; quem cresceu vestido de púrpura está encolhido no lixo.
6. O pecado desta cidade foi de certo maior que o de Sodoma, pois Sodoma foi destruída de uma vez, sem ninguém agredi-la.
7. Seus jovens eram mais limpos que a neve, mais brancos que o leite; eram mais rosados que o coral, com veias de azul-safira.
8. Hoje estão mais negros que o carvão, e na rua ninguém os reconhece; a pele enrugada sobre os ossos, seca como lenha.
9. Mais felizes os que morreram pela espada do que os mortos pela fome; Aqueles foram apunhalados e perderam o sangue; estes caíram por falta de alimento.
10. As mãos de mulheres delicadas cozinham seus próprios filhos; são eles o alimento delas na ruína da capital do meu povo.
11. Javé libertou o seu ódio, derramou a sua ira, em Sião acendeu uma fogueira que devora até os alicerces.
12. Mas nunca os reis da terra ou qualquer cidadão acreditariam que um inimigo ou invasor pudesse entrar pelas portas de Jerusalém.
13. Foi pelos erros dos profetas e pelos crimes dos sacerdotes que derramaram sangue inocente dentro da cidade.
14. Vagavam como cegos pelas ruas, cobertos de sangue: ninguém podia tocar em suas roupas.
15. "Para trás!" gritavam "estou impuro! Para trás! Não me toquem". Iam errantes como fugitivos que não recebem asilo.
16. Javé os espalhou e já não cuida deles. Não há mais respeito para o sacerdote, nem compaixão com os velhos.
17. Nossos olhos se consomem, em vão esperando por socorro: esperamos, vigilantes, um povo incapaz de salvar.
18. Sem parar sondavam os nossos passos, já nem andávamos pelas praças. Chegava o nosso fim, o termo de nossos dias.
19. Nossos perseguidores eram mais velozes que as águias do céu; sobre os montes corriam atrás de nós e punham armadilhas no deserto.
20. O ungido de Javé, nosso alento, caiu preso na armadilha; dele dizíamos: "À sua sombra viveremos entre os povos".
21. Vibre de alegria e faça festa, capital de Edom, que habita em Hus, pois você também terá o seu cálice: se embriagará e ficará nua.
22. Está cumprida a sua pena, capital de Sião; você não continuará no exílio; ele castigará sua falta, capital de Edom, e seu pecado aparecerá.

[Lamentações 5]
Lamentações 5
QUINTA LAMENTAÇÃO: AI DE NÓS, PORQUE PECAMOS!
1. Lembra-te, Javé, do que aconteceu; olha bem, para ver a vergonha que passamos!
2. Nossa herança passou para estrangeiros, nossas casas são agora de gente estranha.
3. Agora somos todos órfãos, pois perdemos nosso pai; nossas mães ficaram viúvas.
4. Temos que comprar a água que bebemos e pagar a lenha que usamos.
5. Com a canga no pescoço somos empurrados; estamos cansados, pois eles não dão folga.
6. Ao Egito já estendemos nossas mãos pedindo ajuda, já suplicamos à Assíria que nos desse de comer.
7. Nossos pais pecaram e já morreram, e nós pagamos por suas culpas.
8. Quem manda em nós é gente que era escrava; não há quem possa libertar-nos de sua mão.
9. Arriscamos a própria vida pelo pão, enfrentando em campo aberto a espada inimiga.
10. Nossa pele queima como forno, torturada pela fome.
11. Violentaram as mulheres em Sião e as jovens nas cidades de Judá.
12. Com suas mãos esganaram os chefes e não respeitaram os anciãos.
13. Forçaram os jovens a girar o moinho, os rapazes sucumbiram sob o peso da lenha.
14. Os anciãos já não participam do Conselho e os jovens deixaram seus instrumentos de corda.
15. Acabou a alegria que nos enchia o coração, nossa dança se mudou em luto.
16. Caiu a coroa da nossa cabeça: Ai de nós, porque pecamos!
17. Por isso, o nosso coração está doente e os nossos olhos embaçados.
18. Porque o monte Sião está desolado E por ele passeiam as raposas.
19. Mas tu, Javé, permaneces para sempre, o teu trono permanece de geração em geração.
20. Então, por que haverias de esquecer-nos para sempre, e deixar-nos abandonados por tanto tempo?
21. Faze que voltemos para ti, Javé, e voltaremos; renova os tempos passados.
22. Ou será que nos rejeitaste de uma vez; será que tua cólera não tem limites?

Send this page to a friend

St. Takla Church - Main IndexIndex of Antigo Testamento - BÍBLIA ON-LINE - Portuguese Bible (Brazil)

Like & share St-Takla.org

_


© Saint Takla Haymanout Website: Coptic Orhtodox Church - Alexandria, Egypt / URL: http://St-Takla.org / Contact us at

http://st-takla.org/Bibles/Portuguese-Bible/01-Antigo-Testamento/29-lamentacoes.html